CURSO DE RECICLAGEM EM MEDICINA DO TRABALHO

Inscrição Online

 

 

Para profissionais médicos programado segundo dois níveis de dificuldades: três módulos de iniciação em Medicina do trabalho (24h) e avançado (24h).

para os interessados há possibilidade de frequentarem os dois níveis pois serão ministrados de forma alternada.

1- Dias da semana e horário das aulas: Aos sábados das 8h às 17h.

2- Duração total: 24 horas cada um dos dois níveis.

3- Fins de semana em que serão ministradas as aulas:
Avançado: 18 de abril, 09 de maio e 23 de maio.
Iniciação: 25 de abril, 16 e 30 de maio 2009.

4- Público Alvo – Médicos do Trabalho e outros profissionais interessados.

5- Certificados –  Para os alunos que freqüentarem pelo menos 16 horas por nível.  _

6- Material– Será distribuído impresso e também em CD-ROM com o conteúdo teórico.

7 - Número de alunos previsto - 60.

8- Local– Anfiteatro Zeferino Veloso da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Rua Dr. Cesário Mota Jr. 112 – CEP 01221-020 – Vila Buarque – São Paulo.

9- COORDENAÇÃO

Luiz carlos morrone
Formação universitária graduação: Medicina
Especialização: Medicina do Trabalho
Cargo ou função – Professor Adjunto do Departamento de Medicina Social, Membro da Coordenador do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho da F.C.M. Santa Casa SP.

10- Programa, cronograma, ementas dos assuntos a serem tratados e participantes. Segue anexado ao presente.

11- Informações: tel: (011) 3367-7775, ou pelo TEL/FAX: (011)3222-3812 - c/a Sra. Jô no horário de 13h as 18h. E-MAIL- jo@cealag.com.br.

Informações mais detalhadas e inscrições poderão ser feitas no site http://www.cealag.com.br


Curso de reciclagem em medicina do trabalho - Avançado - módulo 1 - Sábado- 18abr09

8H – 12H – seminário sobre O fornecimento de atestados
médicos – ASO, referente a faltas ao trabalho por
motivos médicos e A ética em medicina do trabalho –
Aspectos éticos (4h)

EMENTA: A CÂMARA CONSULTIVA DE MEDICINA DO TRABALHO DO CREMESP É UMA DAS
QUE MAIS RECEBEM DENÚNCIAS DE PACIENTES CONTRA MÉDICOS. EM GERAL OS MOTIVOS
SÃO ASSOCIADoS A LAUDOS MÉDICOS QUE CONTRARIAM INTERESSES DOS TRABALHADORES. INTERESSANTE CONHECER OS MOTIVOS QUE LEVAM A TAIS QUEIXAS E OS CUIDADOS A SEREM TOMADOS PARA REDUZIR OS CONFLITOS QUE EXISTEM.

MARCO AURÉLIO DA SILVA CESAR
* Médico do Trabalho – Especialista em Medicina do Trabalho pela ANAMT-AMB.
* Chefe da Secção de Saúde Ocupacional e Reablilitação da PM São Bernardo do Campo.
* Membro da Câmara Técnica de Medicina do Trabalho do CREMESP

FRANCISCO MANOEL GONÇALVES RUA
* Médico do Trabalho
* Médico do Trabalho do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
* Perito Assistente em Doenças Profissionais do Sindicato de Processamento de Dados

JORGE HUMBERTO MARINI
* Médico com especialização em medicina do trabalho.
* Coordenador Médico da Quattor Petroquímica S A
* Coordenador Médico da Phillips Lighthing do Brasil

GILBERTO ARCHERO AMARAL
*Médico do Trabalho. Especialista em Medicina do Trabalho pela ANAMT-AMB.
* Professor colaborador responsável pela Disciplina de Perícias Médicas do CEMT da FCM
Santa Casa de SP.
* Vice-Presidente da Associação Paulista de Medicina do Trabalho e Membro da Câmara
Técnica de Medicina do Trabalho do CREMESP.

13h - 15h - Saúde Mental e trabalho -2H

EMENTA: aS DOENÇAS MENTAIS REPRESENTAM UM DOS MAIORES DESAFIOS PARA A SAÚDE PÚBLICA TENDO EM VISTA O SEU AUMENTO CADA VEZ MAIOR. AS CONDIÇÕES E FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PODEM ESTAR ASSOCIADAS COMO PELO MENOS PARTE DOS AGENTES CAUSAIS. QUAL É O PAPEL DA MEDICINA DO TRABALHO EM REVERTER ESTA CONDIÇÃO.

Vera zaher
* Médica do Trabalho e Psícóloga
* Pesquisadora da FM USP
* Coordenadora de Junta do Mestrado de Bioética do Centro Universitário São Camilo

15h-17h - A técnica propedêutica e O diagnóstico das
doenças mentais mais prevalentes.

EMENTA: DIAGÓSTICO PSIQUIÁTRICO PRECISA SER REALIZADO COM QUALIDADE A FIM DE SE EVITAR a falta ou UM EXCESSO DE REGISTRO DE CONDIÇÕES QUE NA VERDADE podem representar ou nao DESVIOS DE SAÚDE. qUE CUIDADOS os PSIQUIÁTRAS RECOMENDAM AOS MÉDICOS DO TRABALHO PARA EVITAR nao reconhecer a existência de transtornos mentais e igualmente, por outro lado, evitar TRANSFORMAR SINTOMAS EM DOENÇAS.
               
Júlio César Fontana-rosA
* Especialista em Psiquiatria Forense e especialista em Medicina do Trabalho
* Doutor em Saúde Mental pela UNICAMP
* Prof. Depto de Medicina Legal, Ética, Medicina Social e do  Trabalho - FMUSP


Curso de Temas de Medicina do Trabalho – Iniciação. -Módulo 1 - Sábado - 25abr09

8h -10H  -PCMSO : Conceito, Legislação e Prática. Estrutura
mínima do Programa Principais erros que se cometem.

EMENTA: abordar o que se esperaria de um bom PCMSO, dá má qualidade de grande número dos que são oferecidos às empresas e como melhorá-los enfatizando a necessidade dos médicos do trabalho também conferirem nos ambientes de trabalho das empresas se o PPRA que foi realizado está adequado.

José Tarcísio PENTEADO BUSCHINELLI

*Docente de Medicina do Trabalho da FCMSCSP
*Mestre em Saúde pública pela FSP-USP
*Doutor em toxicologia pela fcf-usp

10h -12h - Avaliação ergonômica. Conceito e prática. A NR-17.

EMENTA: Atualmente existem ferramentas qualito-quantitativas que permitem avaliações mais objetivas das condições ergonômicas dos locais de trabalho. O objetivo e decscrever as que são mais frequentmente utilizadas.

wasni Esqueisaro júnior

* Médico do Trabalho. - Coordenador do Curso de Pós Graduação em Ergonomia do Senac - SP
* Pós graduado em Ergonomia na Universidade Federal do Rio de Janeiro
* Coordenador de Medicina Ocupacional da Mercedes – Benz do Brasil

 

13h -15H - PPRA Conceito Legislação e Prática. Conceito de
risco ocupacional. Identificação de riscos e avaliação
de riscos. Há obrigatoriedade de avaliação quantitativa?

EMENTA: O PPRA É UM INSTRUMENTO MUITO IMPORTANTE PARA A REALIZAÇÃO DE UM BOM PCMSO. tODAVIA FREQUENTEMENTE SÃO DE MÁ QUALIDADE. COMO DEVERIA SER UM PPRA ADEQUADO E PORQUE ELE É IMPORTANTE PARA A PREPARAÇÃO DE UM BOM PCMSO. aS AVALIaÇÕES QUANTITATIVAS SÃO ESSENCIAIS?

JOSÉ ROBERTO TEIXEIRA

*Médico com especialização em Medicina do trabalho e Higiene Ocupacional
*Professor convidado do Depto de medicina social da FCM Santa Casa SP – responsável pela disciplina de organização
de serviços médicos na empresa do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho
*Consultor de empresas

15h - 17h – Inquérito preliminar – Prática em sala de aula.
Exemplos concretos.

EMENTA: A PREPARAÇÃO DO PPRA E DO PCMSO DEPENDEM DE UMA AVALIAÇÃO ABRANGENTE DOS AMBIENTES DE TRABALHO. UM INSTRUMENTO INTERESSANTE PARA SER UTILIZADO É A FICHA DE RECONEHCIMENTO PRELIMINAR DE RISCOS QUE SERÁ APRESENTADA E DISCUTIDA.
 
LUiz Carlos morrone

* Médico do Trabalho e Sanitarista
* Professor adjunto do Depto de medicina social da FCM Santa Casa SP – responsável pela Área
            de Medicina do Trabalho.
* Coordenador do Ambulatório de Doenças Profissionais da Irmandade da Santa Casa de
            Misericórdia de São Paulo.


Curso de reciclagem em medicina do trabalho - Avançado - módulo 2 - Sábado- 09mai09

8h – 12h – seminário sobre Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP).

EMENTA: o nEXO tÉCNICO EPIDEMIOLÓGICO TROUXE UM AUMENTO EXPRESSIVO DO NÚMERO DE DOENÇAS LIGADAS AO TRABALHO NOS ÚLTIMOS ANOS. eLE REPRESENTA UM MEIO EFETIVO DE COMBATER O ELEVADO SUB-REGISTRO DE DOENÇAS DO TRABALHO? OU ELE TRÁS UM NÚMERO MUITO GRANDE DE ERROS QUE SE NÃO FOREM CORRIGIDOS VÃO PENALIZAR AS EMPRESAS QUE MAIS REGISTRAM.

Djalma de Carvalho Moreira Filho
* Médico epidemiologista
* Livre Docente e Professor Titular da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP
* Mestrado e Doutorado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

         Jarbas simas
* Médico Perito da previdência social.
* Mestrando em direito na puc
*Delegado do CREMESP

         João Silvestre jÚnior
*Médico do Trabalho Coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional  da TNL Contax S/A –
site Antártica
* Médico Perito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
* Coordenador-auxiliar das atividades teóricas e práticas dos Cursos de Especialização em Medicina do
                Trabalho da FCMSC-SP desde o ano de 2006

EMENTA: A AGROINDÚSTRIA TEVE CRESCIMENTO IMPORTANTE PARA O PAÍS E REPRESENTA IMPORTANTE FONTE DE DIVISAS E DE EMPREGOS. TODAVIA OS CUIDADOS  COM OS TRABALHADORES RURAIS AINDA DEIXAM A DESEJAR. PORQUE AINDA MORREM TRABALHADORES POR EXCESSO DE TRABALHO EM AMBIENTE QUENTE? COMO MORAM E COMO VIVEM OS TRABALHADORES RURAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO? O QUE FAZER PARA MELHORAR ESTA SITUAÇÃO.

 

13h – 15h Manuseio de aparelhos de proteção respiratória
Máscaras - Como indicar o tipo de filtro a ser utilizado (2H)

EMENTA: A PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA É FUNDAMENTAL PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS CAUSADAS PELO TRABALHO ONDE HÁ RISCO DE INALAÇÃO DE POLUENTES. O QUE SÃO OS APARELHOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA. QUAIS AS PRICIPLAIS CARACTERÍSITCAS QUE DEVEM SER CONSIDERADAS NUM PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA.

Antonio Vladimir Vieira

* Quimico
* Mestrado em engenharia de minas
* Chefe do serviço de equipamentos de segurança da fundacentro

 

15h - 17h - a nr 31 e o trabalho rural.

João batista amâncio

* Auditor fiscal- Médico do Trabalho do Min. do trab. e Emprego desde 1985;
* Integrante do Grupo estadual de Fiscalização Rural da DRT em SP desde sua criação 2001
* Coordenador da CPRR - Comissão Paritária Rural Regional de São Paulo.


Curso de Temas de Medicina do Trabalho – Iniciação. -Módulo 2 - Sábado – 16maio09

8H – 10H - gestão dos serviços médicos de empresa e suas
 relações com a previdência social.

EMENTA: o gerenciamento dos serviços médicos de empresas frequentemente tem como problemas a serem resolvidos impasses que se criam entre os SESMTs e os peritos da previdência social. Como gerenciar esta situação no âmbito da empresa.

jORGE DA ROCHA GOMES

* especialista em medicina do trabalho e saúde pública
*. Professor titular aposentado de saúde do trabalhador da faculdade de saúde pública da usp
*  Presidente da Anamt 1981-83

10H – 12H A lista de doenças relacionadas ao trabalho

EMENTA: a preparação do manual de procedimentos para os serviços de saúde representou a preparação de um texto que facilitou muito a possibilidade do aumento nas doenças de notificação compulsória. vale a pena conhecer como foi estruturado e como pode ser utilizido pelos médicos do trabalho.

jORGE DA ROCHA GOMES

* especialista em medicina do trabalho e saúde pública
*. Professor titular aposentado de saúde do trabalhador da faculdade de saúde pública da usp
*  Presidente da Anamt 1981-83

13H – 17H - casos clínicos de doenças profissionais – exemplos
atendidos no ambulatório de doenças profissionais da
santa casa de são paulo e do hospital do servidor
público estadual (4h)

EMENTA: casos clínicos de doenças causadas ou agravadas pelas condições de
trabalho estão sendo diagnósticas frequentemente nos ambulatórios de
doenças profissionais da santa casa de São paulo (SUS) e do hospital do servidor público estadual (IAMSPE). experiência interessante que vale a pena ser apresentada como ilustração do que é realizado, seus resultados e possibilidades de utilização pelos médicos do trabalho de empresa ou de outras instituições.  

 

Luiz Carlos Morrone

* Médico do Trabalho e Sanitarista
* Professor adjunto do Depto de Medicina Social da FCM Santa Casa SP – responsável pela área
            de medicina do Trabalho.
* Coordenador do Ambulatório de Doenças Profissionais da Irmandade da Santa Casa de
Misericórdia SP


Curso de reciclagem em medicina do trabalho - Avançado - módulo 3 - Sábado- 23Maio09

8H – 12H – seminário sobre o diagnóstico psiquiátrico e as
Doenças mentais e sua relação com o trabalho

EMENTA: SÃO MUITO FREQUENTES ENCONTRARMOS NOS SERVIÇOS QUE REALIZAM PERÍCIAS MÉDICAS DIAGNÓSTICOS POUCO FUNDAMENTADOS. EM RELAÇÃO ÁS DOENÇAS MENTAIS ESTA SITUAÇÃO É MAIS GRAVE. COMO OS COLEGAS PSIQUIATRAS GOSTARIAM DE TER O APÕIO DOS MÉDICOS DO TRABALHO PARA DIAGNOSTICAR E TRATAR AS DOENÇAS MENTAIS. QUE TIPOS DE ERROS SÃO FREQUENTEMENTE COMETIDOS E QUE PREJUIZOS Tais erros PODEm TRAZER PARA O TRATAMENTO DOS PACIENTES.

MARGARIDA BARRETO
* Médica do Trabalho – Assessora Técnica -Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias
Químicas e de Plásticos-SP
* Doutoramento no Departamento de Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo (PUC-SP)
* Pesquisadora associada - núcleo de estudos Psico-Sociais - dialética exclusão/inclusão social
(NEXIN)– PUC-SP

Júlio César Fontana-rosA
*Especialista em Psiquiatria Forense e especialista em Medicina do Trabalho
*Doutor em Saúde Mental pela UNICAMP
*Prof. Doutor do Depto de Medicina Legal, Ética, Medicina Social e do Trabalho - FMUSP

otávio josé figueira verreschi
* Médico Psiquiatra e  Médico  da Junta Pericial do Serviço de Medicina Social  do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo
 (HSPE)  - Assistência ao internato  UNICID-HSPE
* Médico do Corpo Clínico Psiquiátrico do Hospital das Clinicas Luzia P Melo ,SPDM - UNIFESP.
* Pós-Graduando em Teoria Psicanalítica pela PUC -SP.

         SÉRGIO TAMAI
* Médico Psiquiatra
* Diretor do Centro de Atenção Integrada a Saúde Mental - CAISM
* chefe do Depto de Psiquiatria e Psicologia da FCM Santa Casa SP

13H – 17H – seminário sobre programas promoção da saúde e
qualidade de vida no ambiente de trabalho NAS
EMPRESAS sob a perspectiva Da medicina baseada em
evidências– (4h)

EMENTA: com a redução das doenças profissionais frequentemente os médicos do trabalho são chamados para organizar programas que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas quer por meio da realização de diagnóstico precoce das doenças crônicas quer por meio de programas educativos de como melhorar a qualidade de vida mesmo afetado por estas doenças. Que tipos de informações devem ter os médicos do trabalho para estruturarem estes tipos de programas. 

Mario Ferreira Júnior
* Auditor Fiscal Médico do Trabalho da SRTE de São Paulo
* Coordenador do Centro de Ensino e Pesquisa em Promoção da Saúde (CEPPS) do HC-FMUSP
* Presidente da ABPS - Associação Brasileira de Promoção da Saúde e da Comissão Técnica de
Promoção da Saúde da ANAMT

Luis Augusto Sales Lima Pilan
* Médico do Trabalho e Clínico Geral do Serviço de Atendimento Médico ao Servidor do Hospital das Clínicas da
FMUSP
* Médico Colaborador do Centro de Ensino e Pesquisa em Promoção da Saúde da Disciplina de Clínica Geral do HC
* Membro do Comitê Estadual para Promoção de Ambientes Livres do Tabaco de São Paulo (CEPALT).

KOSHIRO OTANI
*médico Sanitarista e do Trabalho
*Coordenador do centro de referência de saúde do trabalhador da SES -SP.
* Ex Coordenador do programa de saúde do trabalhador da área de Sáude do Trabalhador da
            SES-SP.


Curso de Temas de Medicina do Trabalho – Iniciação. -Módulo 3 - Sábado – 30maio09

8h – 10h - O Programa de controle auditivo.

EMENTA: A AVALIAÇÃO DA AUDIÇÃO É REALIZADA COM GRANDE FREQUÊNCIA EM NOSSO MEIO TENDO EM VISTA O ELEVADO NÚMERO DE TRABALHADORES EXPOSTOS A NÍVEIS DE RUIDO ELEVADOS ACIMA DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA. O QUE É UMA AUDIOMETRIA BEM FEITA, EXEMPLOS DE AUDIOMETRIAS NORMAIS E ALTERADAS, COMO CLASSIFICÁ-LAS.

ANA PAULA bruner

*Fonoaudióloga especialista em audiologia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia SP
* Mestre em ciências da saúde pela unifesp
* Professora do Curso de Especialização em Audiologia - enfoque em audiologia clínica – iscmsp

 10h – 12h – DOENÇAS PULMONARES OCUPACIONAIS MAIS PREVALENTES.

EMENTA: AS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS CLÁSSICAS TAIS COMO AS PNEUMOCONIOSES CADA VEZ MAIS REPRESENTAM PROBLEMAS JÁ RESOLVIDOS EM RELAÇÃO A PREVENÇÃO, EMBORA AINDA SEJAM DIAGNOSTICADOS MUITOS CASOS EM NOSSO MEIO. tODAVIA A ASMA OCUPACIONAL É PROBLEMA QUE NÃO É DIAGNOSTICADO COM FREQUÊNCIA MOTIVO PELO QUAL SE JUSTIFICA UM CUIDADO MAIOR EM RELAÇÃO AO SEU DIAGNÓSTICO E A SUA PREVENÇÃO. O QUE SERIA UM PROGRAMA ADEQUADO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA.

Jefferson benedito pires de freitas

* Médico Pneumologista e do Trabalho
* Professor iItrutor do Departamento de Medicina Social da FCM  SANTA CASA SP.
* Ex-Presidente da Comissão de doenças ambientais e ocupacionais da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
                (2004-2006)

13h – 17h - riscos químicos e monitoramento biológico da
exposição (4h)

EMENTA: OS RISCOS QUÍMICOS AFETAM CONTINGENTE PEQUENO DE TRABALHADORES EXPOSTOS, TODAVIA QUANDO SURGEM QUADROS TÓXICOS EM GERAL SÃO MUITO GRAVES E REQUENTEMENTE LEVAM A MORTE EM CURTO ESPAÇO DE TEMPO. qUE CUIDADOS DEVEM SER TOMADOS NAS EMPRESAS QUE APRESENTAM ESTES RISCOS. COMO EVITAR O EXAGERO NO PEDIDO DE EXAMES COMPLEMENTARES.

JOSÉ TARCÍSIO PENTEADO BUSCHINELLI

*Professor Assistente do Departamento de Medicina Social da FCM da Santa Casa de São Paulo
na área de Medicina do Trabalho
*Mestre em Saúde pública pela FSP-USP
*Doutor em toxicologia pela FCF-USP

CLÁUDIA ESTEBAN

*Farmacêutica Bioquímica e toxicologista
* Professor Titular de Toxicologia da Universidade Paulista
*Consultor técnico da empresa laboral – medicina do trabalho